quarta-feira, 14 de maio de 2008

Nem parece

(antes de ler esse post, dê play no videozinho aqui em baixo, quero que ouçam enquanto estão lendo. Pode ser o do link do primeiro parágrafo também. Pode escolher.)


Mas hoje completa uma década. Lembro como se fosse uns dias atrás quando passados exatos 10 anos, o mundo meio que parou. Todos pasmos e surpresos, ao se darem conta que uma pessoa que pra todos era imortal, morreu. Eu ainda era um pirralho, tinha 12 pra 13 anos e pouco conhecia sobre aquele homem que fez mais de 50 filmes e tinha a voz mais bela, afinada e poderosa do mundo. Mas já sabia do que ele era capaz de fazer. De fazer pessoas soltarem lágrimas ao simples fato de cantar. Como pode? E aquela vez, provocou lágrimas ao ficar num silêncio, calando toda New York New York.

Até hoje, não surgiu um cantor, seja do pop comercial, ao heavy metal superafinado e preciso, que tenha conseguido uma entonação e precisão na voz como desse homem. Nem de perto! Anos de estudos? Não! Era tudo feito com uma naturalidade esplêndida.

Amava o Brasil, Rio de Janeiro, tinha amigos aqui e veio ao país várias vezes. Evidente, nunca tive a oportunidade de vê-lo ao vivo.
Gravou músicas brasileiras. Bossa Nova tipo exportação. Pro mundo todo, ao lado de outros gênios, esses, daqui.

Eu, ouço minhas músicas de sempre. Mas nunca deixei de ter um espacinho (mentira, é enorme) pra de vez em quando, quando minha vontade me permite, ouvir um tipo de música mais inteligente.


O Pudim de Beterraba é cheio de bobagens, e palhaçada, e é a imagem das pessoas que o fazem. Mas tem aquele espacinho, que gostaria de compartilhar com todo mundo.

Odeio fazer homenagens pra pessoas que morreram, no dia do aniversário de nascimento ou da morte delas. Acho estúpido.
Portanto, não considerem esse post uma homenagem. É um... tributo. (haha)

Segue um videozinho, vale a pena ver.




Valeu, F.S.