segunda-feira, 12 de maio de 2008

Show do Whitesnake

Não to inspiradíssimo pra fazer a resenha do show do Whitesnake. Não que o show tenha sido ruim, longe disso, mas Ozzy e Iron Maiden foram, na minha opinião, melhores. Até porque eu gosto mais, e conheço mais. Até hoje nunca cheguei atrasado num show. Sexta achei que seria o dia. Cheguei do trabalho as 8e30 da noite, peguei o carro e saí. Passei ainda num posto colocar um gás, e já vi a marginal pinheiros entupida. Aliás, mais entupida do que estava quando eu vi voltando do trabalho. Ouço no rádio que aquele dia tinha sido recorde de trânsito em São Paulo. 266 km de lentidão. Puta que pariu. Pouco depois vejo no telão de informações da CET, que o trânsito era lento da USP, até a ponte transamérica. Todo o meu destino. Já fui me conformando e torcendo pra que o show atrasasse, ou que love ain't no stranger não tocasse no começo. Como bom piloto de fuga, cheguei na hora. Hehe. Brincadeira, levei exatamente uma hora do início da marginal até o estacionamento do Credicard Hall. Fugindo ainda mais um pouco do principal, quero denunciar o credicard sobre uma teoria que tenho. Não é possível TODO show que tem lá, acaba exatamente quando o último trem passa por santo amaro. Acho que é feito um acordo com a banda, pra terminar o show no mínimo 11e55, pra não dar tempo de ninguém voltar de trem e ser obrigado a pegar táxi. Por que táxi? Porque também acho que eles tem um acordo com os taxistas. Porra, não é possível. Já fui diversas vezes no credicard e pude perceber isso. Os shows que começam no horário, terminam meia noite. Os shows que começam com atraso também. Percebam.

A foto abaixo, é um contraste maneiro que sempre rola no credicard hahaha. Um outdoor que registra o show que vai ter nos próximos dias. Não pude deixar de registrar dessa vez. Aliás, um outro legal que tinha era bad religion e ivete sangalo hahauuhahuaauhau.


O show foi bom e surpreendente em alguns aspectos. Casa cheia. Puta merda, já com uma hora de show, resolvi ir ao banheiro e depois não consegui nem passar da porta. Durante o show eu estava bem localizado, perto do palco até, vendo o Coverdale em tamanho quase original. Uma coisa boa foi o público que estava com tudo. Cantando bem e fazendo aquela diferença pro espetáculo, e também o som, que estava espetacular. Limpo, nítido e bem alto. Aí entra a diferença de ver shows em lugares fechados. Uma peculiaridade à parte.

A música mais esperada da noite por mim era mesmo Love ain't no stranger. Mas outras coisas vieram como ótimos bônus. Full for you loving, que a galera agitou como se fosse um show punk hahahahaha. Is this love, que eu tava "saturado", mas ao vivo foi um tanto quanto bonita. Here I go again, still of the night que não me agrada tanto mas é sonzeira ao vivo e give me all your love completaram bem o setlist que, mesmo não tão grande, não deixou a desejar. E é claro, o clímax final, pra fechar com tudo. Buuuuuuuuuurrrrrrrrrrn.

Vídeo: Love ain't no stranger