sexta-feira, 11 de abril de 2008

Mapa, agora real

Semana passada o dookie postou alguns mapas de como algumas pessoas vêem o país através do seu estado, e lá estava dos gaúchos. Não sei que gaúcho mandou aquilo pra ele, então resolvi, por conta própria fazer o mapa, da forma mais preconceituosa e "realista" possível, tomando como base o que ouço todos os dias aqui no meu estado. Você pode clicar na imagem pra ampliar:



Se ofendeu? Não gostou? Faça a visão do teu estado, chame gaúcho de viado, de que quiser, faça o que bem entender e nos mande!
Não sabe como desenhar? Me manda um e-mail descrevendo bem certo como quer as divisões e os nomes que eu monto pra ti, parecido com esse daqui de cima, tchê! Coloque os detalhes para que possa ser montado de acordo com tua visão!

Não sabe pra onde enviar? pudimdebeterraba@gmail.com! Mas seja realista, preconceituoso e escreva o que realmente acha. Sem frescurinha aqui.


Continuação do Top 14

Continuação desse post. Veja o vídeo clicando nos nomes das músicas ou nas imagens.


7- The Scientist - Coldplay

Data: 26 de fevereiro de 2007
Público: 3 mil pessoas
Local: Via funchal
Ingresso: 175 reais comprado de um cambista.


Motivo: Vai dizer que nunca imaginou ouvir the scientist ao vivo? Sempre achei the scientist uma música muito bonita. Inspiradora, com muito "feeling", melodia e relaxante. É uma das músicas mais fodas de todas as músicas que ouço, então fui muito empolgado pra ouvir. E ao vivo foi emocionante.


As decepções: Palhaçada na organização, tive de comprar de cambista.



6º- Mama I'm Coming Home - Ozzy Osbourne


Data: 05 de abril de 2008
Público: 40 mil pessoas
Local: Parque antártica
Ingresso: 70 reais, arquibancada


Motivo: Foi a música mais emocionante do show, a que tirou mais suspiros de todo o público, a que o estádio ficou mais bonito. A que eu mais criei espectativas pra ouvir. O solo foda, a introdução foda e o verso maneiro de cantar.


Decepção: gostaria muito de ouvir changes, mas impossível dele tocar.



5º- The kids aren't alright - Offspring


Data: 21 de outubro de 2004
Público: 6 mil pessoas
Local: Credicard hall
Ingresso: 50 reais, pista


Motivo: Só me considero fã de Green Day. Mas offspring eu gosto pra caralho também. E na época, comprei o ingresso muito antes, a expectativa e a ansiedade era a maior. E seria o primeiro show de uma banda que eu gostava ao extremo e conhecia tudo. Assistir The kids aren't alright no woodstock de 99 era o hobby dos meus 13/14 anos. Tocar no violão também era de lei.
All I want, bad habit, e gotta get away também era muito esperada, mas ouvir the kids aren't alright não teve preço.


Decepção: Não ter ido nos dois dias de show.


4º- Fear of the dark - Iron Maiden


Data: 02 de março de 2008
Público: 40 mil pessoas
Local: Parque Antártica
Ingresso: Arquibancada. Comprada de um cambista por 140 reais. Não poderia perder iron maiden de novo, ja tinha perdido em 2004


Motivo: Quem nunca imaginou ouvir fear of the dark ao vivo? É o clássico dos clássicos. A galera vibrou muito, berrou, acendeu isqueiro, fez o estádio tremer. Era visível a empolgação. The trooper, wasted years, the number of the beast, são músicas que eu até gosto mais, só que no show, fear of the dark foi imbatível.


Decepção: não ter ido na pista com medo de ser pisoteado pelos fãs alucinados do iron. Hahaha. Brincadeira. Não consegui comprar pista mesmo.


3º- Hunger Strike - Chris Cornell

Data: 13 de dezembro de 2007
Público: 3 mil pessoas
Local: Credicard Hall
Ingresso: 42 reais, na pior arquibancada.


Motivo: O cara é carismático, simpático e canta pra caralho. Foi uma surpresa pra alguém que foi desacreditado no show como eu. Tava empolgadão pra ouvir I am highway do audioslave, que também tocou, ainda bem. Mas Hunger strike foi foda. Levantou demais a galera, que berrava "I'm growing hungry"



Decepção: ter visto o show de um prédio de 3 andares, praticamente.

2º- Yellow Ledbetter - Pearl Jam

Data: 02 de dezembro de 2005
Público: 40 mil pessoas
Local: Estádio do Pacaembu
Ingresso: 80 reais, arquibancada


Motivo: Yellow ledbetter é uma dessas músicas que pagariam o ingresso, sabe? Black, man of the hour, e até better man, que eu tava louco pra ouvir, já tinha garantido uns 40 reais, mas yellow ledbetter foi de matar. Primeiro porque é uma música que eu sou viciado desde os 14 anos, uma das que eu mais curto tocar no violão, e uma das mais difíceis também. Sempre aprendo um detalhezinho novo. O show já parecia ter acabado. Luzes acesas, galera indo embora, quando vejo um violão na platéia. Era ela. Porra, que emoção. Não tinha certeza se tocariam, pois pearl jam é imprevisível, muda seus setlists, e como teria outro show em Sao Paulo, poderiam não tocar.


decepção: não ter ido os dois dias de show, não ter ouvido daughter e o pneu do carro que furou na volta pra casa.


Data: 15 de março de 2006
Público: 15 mil pessoas
Local: estacionamento do credicard hall
Ingresso: História engraçada. Os ingressos acabaram no primeiro dia, e como eu tava louco pra ir no show, dei um jeitinho brasileiro. Fui atrás de um cambista no orkut, desses que lotam a comunidade de spam as vésperas do show. Até que encontrei um topico solitario de um cara que dizia ter um ingresso sobrando por desistência de um primo. Falei com ele, ele me vendeu pelo mesmo preço que tinha comprado de um cambista, 130 reais na pista, e nos encontramos no dia do show, isso mesmo. No dia do show liguei pra ele, encontrei ele na fila e ele me vendeu o ingresso. E não era falso. Um dos únicos shows que fui sozinho (o outro foi u2), mas valeu a pena.


Motivo: Oasis ao vivo é muito, mas muito mais foda do que você pode imaginar. O astral da banda é foda, os caras não são tão malas, o som estava ótimo, a tempestade, que começou na primeira música e acabou na última, também ajudou tornar o show tão peculiar. Live forever, rock and roll star, wonderwall, acquiesce, supersonic, the masterplan, entre outras. Só músicão. Set list que mais bateu comigo até hoje. Mas nada como don't look back in anger. A voz do liam é foda, mas o noel destrói. E parece que a platéia disputava quem gritava mais alto o refrão "SOooOooOooo...sally can't wait". Foi emocionante. Aliás, o show que mais teve tietagem que eu já fui. O fanatismo da galera era demais. Quase morri no começo do show. Eu tava bem perto da grade, e quando o show começou, foi o maior empurra-empurra que eu já vi. Não sentia meus pés no chão, e quando sentia, quase caía por causa da chuva que deixou o chão liso. Andei um pouco pra trás, e melhorou bem a situação, conseguia pisar no chão, respirar e ver a banda melhor. Fantástico.


Decepção: Não ter curtido supersonic como deveria. Eu não era tão viciado nela como sou hoje. Mas faz parte, muitas músicas viciei só depois do show. E não ter rolado don't go away, o que não foi tão ruim, porque uma coisa que nunca tinha visto é o público cantando tanto uma música o tempo todo. A galera cantava "don't go away" a cada pausa da banda.

O motivo principal de eu ir em todo show é que gosto de música e de shows grandes e tal. Mas também porque moro em sao paulo, e sei que o que uma pessoa de fora gasta pra vir em um show por aqui, eu gasto indo em todos os shows que quero, aproveito o fato de morar num lugar onde a maioria das bandas pousam. E agradeço ao meus pais que sempre deram a maior for$a quando eu não tinha grana.


Depois da gambiarra do julian...

...o Victor câmara me mandou essas gambiarras.






Esse último da esponja realmente é muito útil...

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Gambiarra

Nosso e-mail é uma fonte de material do bom, mas as vezes as pessoas não se identificam.
Não sei se foi fotografado pelo próprio, ou encontrado pela internet (torço para ser a primeira opção), mas sei que a imagem fala por si mesma, não há o que comentar.

Momento Raul Gil - Talento Mirim parte 2

Há um tempinho fiz esse post sobre crianças talentosas no mundo da internet. Hoje encontrei mais um garotinho foda. Segundo a descrição do vídeo, o menino de 7 anos, só se interessou por inglês depois de ter conhecido Green Day, e depois passou a se interessar por guitarra. O garoto manda bem, se for pensar em sua idade. E é detalhista, canta detalhes da música ao vivo e etc.

O mais foda é que a música tem 10 minutos, e o muleque, num possível concurso de talentos de sua escola, não pensou duas vezes, em colocar uma música menor, abusou logo e mandou Jesus of Suburbia. Clique na imagem e veja o vídeo.


Tem estilo.

Cego folgado

Não tenho costume de ajudar cegos no metrô, não por ser cuzão, mas é que sempre alguém vai na minha frente. Hoje eu tomei a frente de alguém e ajudei um ceguinho, bem folgado por sinal. Na linha verde do metrô, entrou na estação consolação, um deficiente visual, com a ajuda daquelas mocinhas que trabalham no metrô. A mocinha, quase o jogou pra dentrô do vagão, pois apitou a sirene, ou seja, ia fechar a porta.

O senhor, com um olho bem medonho, torto e bem claro, estava bem sujo e fedido, e com uma daquelas bengalas. Bem na hora que entrou, o trem saiu, e ele se equilibrando, tentava achar o ferro nojento para se apoiar, enquanto eu pensei, putz, esse cara vai cair e a situação vai piorar. Já que ninguém ia ajudar o coitado, andei um pouco pra frente e o ajudei se apoiar no ferro, enquanto as outras pessoas mobilizadas davam um jeito de arrumar um lugar pro senhor sentar, porque no banco preferencial já havia sentado um outro senhor bem velhinho. Até que o outro senhor bem velhinho trocou de lugar com uma mulher nova, cedendo o assento preferencial para o ceguinho.

O ceguinho que já tinha encostado na parede e se firmado na barra de ferro, deveria estar imaginando que não tinha lugar pra ele sentar, e então eu peguei no braço dele de novo e falei, vamo lá senhor, tem um lugar pra você sentar, e ele resmungou algo que não entendi, e pensei que ele não tinha ouvido, ou seja, além de cego, surdo. Repeti o que tinha dito, não em tom mais alto, porque cegos odeiam que você fale mais alto, porque eles pensam, porra, que cara burro, eu sou cego e não surdo:

- Senhor, tem uma cadeira pra você.

e ele respondeu bravo em "alto e bom som."

- Tá bom aquiiiiiiii.


Não hesitei em dizer: Se enxerga, mano! É brincadeira essa última frase seus bobos

Merda

Tinha feito dois posts direto do celular, ontem a noite, de dentro do estádio Olímpico, comentando da desgraça do bizarro elenco do meu time que não levou nenhum título nesse semestre, e que caiu das glórias pras ruínas em apenas três jogos. A coisa tá feia pro tricolor gaúcho.


Não sei por que diabos os posts não apareceram, sendo que as mensagens foram enviadas e confirmadas. Fiquei realmente puto que elas não estão aqui. Que merda.

Enfim, estou de volta. A noite, eu apareço novamente, afinal estou com 2 dias de trabalho pra fazer em 1.

:*

Montagens em Filmes

Ri muito com essas montagens com cenas de filmes. Faça a sua e envie para o PdB.

Harry Potter.



Uma mente brilhante.



King Kong.




Missão Impossível? (eu ri muito com esse gatinho)




Tróia.




Superman.




Pulp Fiction.




Gladiador.




Harry Potter.



Jogos mortais.


Continuo entre hoje e amanhã o post dos shows. Toma muito tempo, e acho que vou ter muito trabalho hoje.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Aguentam outro Top 10?

Eu tô enrolando pra fazer um top 10 das músicas mais fodas que eu já ouvi ao vivo, desde quando eu nem imaginava ter esse blog. E como fui no show do Ozzy dia desses, acho que dessa vez me empolguei mais ainda pra fazer. Tentei um top 10, mas virou top 14. E um top 14 que o último lugar às vezes é o primeiro e vice-versa. Depende totalmente do meu momento, mas geralmente é isso.


Prepare-se para ler, pois além da inspiração, vou usar esse post como o meu "futuro diário de shows", para relembrar detalhes mínimos de cada empreitada.

Clique nas imagens para ver os vídeos de cada música no youtube, vale a pena. Ou clique no nome da música.

14º - Someday - The Strokes

Data: 23 de outubro de 2005 (Domingo),
Média de Público: 20 mil pessoas
Local: Tim festival - Anhembi (sambódromo)
Ingresso: Pista. Comprado na Fnac do eldorado. Ainda tenho guardado.
Preço: 50 reais


Motivo: Nada demais. Strokes é aquela banda que nunca foi meu forte. Nunca fui atrás, só conhecia as musiquinhas de rádio ou de Mtv, e uma música ou outra Lado B, daquelas que um amigo seu que conhece mais a banda, manda por msn, você ouve uma vez e depois fica lá nos meus arquivos recebidos.

Fui no show, porque adoro shows, gostaria muito de ouvir minha preferida "someday" ao vivo (entre outras como reptilia e 12:51) , e também porque pagar 50 reais num ingresso e assistir também Kings of Leon valeria a pena. Kings of leon aliás, só não está nessa lista porque a banda ao vivo não foi tão boa. A propósito, a surpresa da noite ficou por conta do Arcade Fire, banda canadense com uma puta presença de palco, carisma e som do caralho. Banda que levantou a galera, com músicas que você curte mesmo na primeira vez que ouve. Ainda peguei autógrafo do vocalista e da vocalista.


As decepções: Kings of leon, pelo conjunto da obra, e por não tocarem uma música que eu queria que tocassem chamada Happy Alone. A superlotação do evento, por ser um festival que cobrava 50 reais a meia entrada, deixou o show cheio de "babaca". A desogarnização do evento que prometia strokes as 22h, mas a banda só entrou no palco às 2 da madrugada, o grande número de arrastões, de gente folgada. Eu fiquei numa grade lateral, onde toda hora as pessoas vinham reclamar que tinham sido roubadas e o meu mal-estar. Fiquei das 4 da tarde até as 3 da manhã em pé, sem comer, e ainda mascando um chiclete, que fez meu estômago delirar. Tava quase "pedindo pra sair".


13º - American Jesus - Bad Religion

Data: 14 de abril de 2007 (sábado)
Média de público: 3 mil pessoas
Local: Credicard Hall
Ingresso: Pista. Comprado no próprio credicard hall no mesmo dia que comprei ingresso pro show do aerosmith. Tenho guardado ainda e custou 60 reais a meia entrada.


Motivo: Fiquei em dúvida entre Infected, Los Angeles is Burning e American Jesus. Decidi por american jesus porque é o clássico dos clássicos, e também porque além de ter sido uma das primeiras músicas que aprendi tocar na guitarra, marcou minha adolescência. Bad religion é uma das poucas bandas que conheço muitas músicas e não sei o nome, e isso acontece porque gosto muito da voz de Gref Graffin e de levadas rápidas com as de Bad Religion. Eu simplesmente ia ouvindo sem distinguir música boa ou ruim, pra mim 95% delas são fodas. Tenho dois cd's, algumas músicas no computador, mas de nome mesmo conheço as mais clássicas. O carisma do vocalista também foi um ponto forte desse show que teve poucas decepções.


As decepções: As decepções não chegam ser decepções, e sim, pontos negativos que nem fizeram muita diferença. Mas eu queria muito ouvir "a walk", punk rock song e new america, e não rolou.
E o show num geral estava vazio. A pista vazia. De longe o show mais "tranquilo" que já fui. Tranquilo está entre aspas porque com certeza foi uma das piores rodas que já enfrentei. Saí da muvuca na quarta música.



12º - Wild Horses - Rolling Stones

Data: 18 de Fevereiro de 2006 (sábado)
Média de Público: 1 milhão e 200 mil pessoas.
Local: Praia de Copacabana
Ingresso: Praia. Gastei 120 reais de passagens, mais uns 100 reais na viagem toda.


Motivo: Wild Horses sempre foi a música que eu mais curtia dos Stones. Uma baladinha foda, que eu era viciado desde a oitava série. Ou seja, minha maior preocupação no dia era: esses fdp vão tocar wild horses ou não? A lógica dizia que sim. Meu pessimismo dizia que não. Tocaram e foi lindo. Até mais emocionante que ouvir Start me Up e Jumpin' Jack Flash.


As decepções: fiquei longe do palco. Nem tanto quanto as pessoas que estavam no último telão. Eu estava no primeiro, de uns 10 instalados na praia, mas só de estar lá já foi demais. Outro ponto negativo foi o, já esperado, grande número de fanfarrões. "É de graça, vai passar na globo, e o vocalista, o michael jackson, é pai do filho daquela apresentadora do superpop". Pelo menos curtiram Satisfaction amarradões. E é claro, o show do afroreggae.




Data: 20 de fevereiro de 2006 (segunda)
Média de Público: 70 mil pessoas
Local: Estádio do Morumbi
Ingresso: Pista. Caiu do céu. Comprei de um amigo que tinha um ingresso sobrando. 200 reais, ingresso guardado até hoje.


Motivo: Duas músicas que eu curto demais. Junto com one, e new year's day (que também tocou) são as músicas que eu mais gosto do u2. O show foi muito perfeito num todo. Fui com várias músicas na cabeça, e todas tocaram. Caso raro em shows, ainda mais u2 que tava com um setlist com várias "ausências boas" nos shows daquela tour. With or whitout foi perfeita, ver o estádio todo cantando, 70 mil de pé. E Stuck in a moment, foi especial pelo acústico do bono e do the edge.


Decepção: Aquela katilce pentelha que subiu no palco a pedidos do bono, e as 13 horas desperdiçadas na fila pra comprar ingresso no pão de açúcar do shopping villa-lobos. Puta palhaçada, fui conseguir ingresso de última hora com um amigo. Fui no show por pura sorte.



Data: 8 de dezembro de 2007
Público: 70 mil pessoas
Local: Estádio do Maracanã
Ingresso: Cadeira superior. Comprado pelo val e pelo diego, dois amigos cariocax. Preço, 95 reais. E não guardei porque era um cartão que ficava preso na máquina. Mas guardei um talãozinho onde ficava guardado o cartão.


Motivo: Baladinhas fodas, isqueiros na Wrapped Around Your Finger e muita empolgação em every breath you take.


Decepção: Nenhuma. Organização boa, poucos cambistas enchendo o saco, e até o show de abertura do paralamas foi todo legal. Só o fato de única apresentação no rio.


9 - Highway Star - Deep Purple

Data: 20 de setembro de 2003
Público: 40 mil pessoas
Local: Estádio do Pacaembu
Ingresso: Setor G da pista. Comprado na fnac do eldorado.


Motivo: Música que eles abriram o show. O primeiro show grande de rock que fui na vida. Estádio inteiro delirando, e cantando alto pra caralho. Inesquecível. Não encontrei o vídeo do show do pacaembu, mas coloquei um do show de 1991 no braisl, que eu não fui, claro. O outro show do deep purple que eu fui, é o de 2005, no credicard hall, também foi bom. Pensei em colocar smoke on the water ou black night, mas highway star é imbatível. E o sessentista Ian gillan, ainda dá show com sua voz. Fica vermelho que nem um pimentão, mas chega na maioria de seus agudos.


Decepção: Nenhuma. Um show perfeito. Nada de errado ocorreu nesse dia, pelo contrário, conseguimos assistir de pista VIP, graças à malícia do meu tio marcus, que pegou os nossos 4 ingressos na mão, esperou uma muvuca, e entramos no setor A da pista, enganando os seguranças. Na ocasião, os 4 ingressos eram meu, do meu pai, do meu tio e do hugo. Ainda cheguei a encontrar 2 amigos que estavam naquele setor.


8 - Cryin - Aerosmith

Data: 12 de abril de 2007 (quinta-feira)
Público: 65 mil pessoas
Local: Estádio do Morumbi
Ingresso: Pista. 80 reais, comprado no credicard hall. Ingresso guardado.


Motivo: Aerosmith é uma banda memorável demais pra mim. Primeiro clipe que vi na Mtv - hole in my soul do aerosmith. Primeira música que viciei a ponto de escutar 100 vezes por dia - hole in my soul, que era trilha sonora internacional da novela das 7 da globo, na época, Zazá, lembram?

Sendo assim, tenho minha história particular com Aerosmith. Uma pena não terem tocado hole in my soul. Entretanto, outro clip que tenho gravado na memória é Cryin'. Música foda, clipe mais foda ainda por ter a Alicia Silverstone. O show foi fraco na opinião de muitos. Mas pra quem não é saudosista que nem eu com aerosmith, curtiu as baladas à la "armageddon" e os clássicos, como love in elevator, dream on e sweet emotion.


decepções: o som não estava tão bom, e também que na minha frente tinha uma fã meio pentelha (faz parte) que cantava quase mais alto que steven tyler. Fora a professora que não liberou a gente mais cedo da faculdade, quase atrasa tudo. Aliás, atrasou, perdi metade do show do velvet revolver.

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Como o post estava ficando muito grande, vou fazer dele uma "blognovela", e continuar amanhã.